Fomos almoçar em Itapema, no restaurante Recanto da Sereia.
O dia estava lindo e recompensou a viagem de aproximadamente 1 hora apenas para um almoço, digo um lindo almoço.
O início de uma história. Um teste para um passo maior. Uma forma de matar as saudades e contar o que está acontecendo.
Os ginastas brasileiros que se cuidem!
A última foto foi ontem. Ele tinha descoberto um novo local para brincar na sala nova.
Hoje, encontramos o Banzé deitado, sem vida. Provavelmente envenenado com algo que comeu ou algum bicho que o mordeu. Foi enterrado, deixando muitas lágrimas.
A casa vai ficar mais vazia sem você, Banzé... ( 04-09-2008 - 28-03-2009)
Eu percebo tudo isto na prática. E uso o farol baixo mesmo durante o dia, sem chuva. Sou mais visto. Ajudo os outros. Perceba isto no seu próximo deslocamento. Adote também esta prática.Art. 1º . Recomendar às autoridades de trânsito com circunscrição sobre as vias terrestres, que por meio de campanhas educativas, motivem seus usuários a manter o farol baixo aceso durante o dia, nas rodovias.

Um dia, deixamos o Pinhão - nosso cachorro - sozinho em casa. Ele estava se acostumando com isto. Mas quando a Solange voltou, o Pinhão não correu até o carro como costumava fazer. Não correu até a porta quando ela entrou em casa. Não apareceu quando ela chamou... Será que ele tinha fugido? Por onde?
Que surpresa quando a Solange foi procurá-lo na casinha dele. Ele estava lá, mas não estava sozinho. Estava brincando com um gato! Sim, com um gato!!! Quem disse que cachorros e gatos não se entendem? Esqueceram de explicar isto para o Pinhão... E para o Banzé...
Não sabemos como ele entrou. A parte da frente da casa tem grades, e colocamos telas para o Pinhão não fugir. Portanto, um gato, mesmo que pequeno, teria dificuldades para entrar. Será que alguém o colocou aqui dentro? Acreditamos que sim.
Ele é pequeno e segundo o veterinário, um mês mais novo que o Pinhão. Mas agora é seu melhor amigo... Olhe na foto como eles dormem juntos.
Estes dois moradores se tornaram grandes amigos. Dormem na mesma casa. E não se cansam de brincar. Dizem que podem até ter crise de identidade... Posso dizer que realmente o Banzé é um gato bem mais sociável que outros gatos. Parece até um cachorro. Deve ser a convivência.
Um morador chegou em outubro. Outro morador chegou em novembro... Já somos em quatro nesta casa... Espero que pare por aí. Pelo menos por enquanto...



E cozinhar junto é muito bom. Nunca gostei de cozinhar sozinho... É difícil cozinhar em poucas quantidades, não tem ninguém para dizer se está realmente bom. Não tem ninguém para dar opiniões.
Com este post, também pretendo divulgar a receita que alguns convidados pediram durante o casamento. É, fomos noivos exigentes e até indicamos uma receita para o restaurante da recepção. Criamos até o nome para o prato: Salmon au Lait e Vin – Salmão ao Leite e Vinho. Com esta exigência, soube depois que os cozinheiros se preocuparam ao máximo para fazer os pratos, afinal acharam que o noivo era um gourmet... Será?
A Receita do Casamento – Salmon au Lait e Vin
O nome foi inventado na hora. Afinal, salmão, leite e vinho são os ingredientes principais. Ficou registrada no cardápio da recepção como “Receita dos Noivos”, mas ela originalmente foi copiada. Faz parte da máxima – Nada se Cria, Tudo se Copia...
Querem a receita? Anotem:
Ingredientes:
Filés de Salmão / Leite / Vinho Branco / Requeijão tipo Catupiry / Limão / Sal
Modo de fazer:
Tempere os filés de salmão com sal a gosto, num pirex grande. Sobre cada filé, esprema um limão e espalhe meio cálice de vinho e meio cálice de leite. Faça isto algumas horas antes de levar ao forno.
Antes de levar ao forno, espalhe o requeijão sobre os filés.
Pré-aqueça o forno e depois coloque o peixe na temperatura média por cerca de 40 minutos, ou até ficar rosado.
Quando servirem, nos convidem!!! O leite serve para tirar o gosto do forte do salmão. Aproveitem e deliciem-se.

Foi um caso ocorrido na UnB - Universidade de Brasília que permitiu que eu descobrisse o que este bordão realmente significa.Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade
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Estando trabalhando na área de Transporte Marítimo no momento. Pode ser que eu tenha que aprender a "soltar pipas"...

O objetivo é reduzir o consumo de combustível, aproveitando as forças do vento para auxiliar na propulsão do navio. Segundo a empresa que está desenvolvendo esta tecnologia, os ventos não precisam ser somente na direção que o navio está seguindo e nem será necessário mastros para içar esta enorme vela, digo, pipa. Espera-se uma economia de 20% nos custos de combustível.
A natureza agradece!