sábado, março 28, 2009

Despedida

Ele nos trouxe muita alegria, no pouco tempo que ficou conosco. Chegou sem avisar. Tinha os pêlos arrepiados. Era pequeno e logo se enturmou com o Pinhão.

Conquistou todos na casa. Miava para pedir comida, para pedir carinho e ensinou o significado de ronronar para várias pessoas.

A última foto foi ontem. Ele tinha descoberto um novo local para brincar na sala nova.

Hoje, encontramos o Banzé deitado, sem vida. Provavelmente envenenado com algo que comeu ou algum bicho que o mordeu. Foi enterrado, deixando muitas lágrimas.

A casa vai ficar mais vazia sem você, Banzé... ( 04-09-2008 - 28-03-2009)

quarta-feira, março 25, 2009

O tempo

O tempo. Alguém o criou... E desde este dia, tudo mudou.

Desde que o mundo foi criado, o tempo existe. Está lá, dia e noite. Claro e escuro. Mas então alguém imaginou que seria preciso medí-lo. E mediu. Começou medindo sombras, para tornar o tempo algo que pudéssemos controlar. Controlar o tempo? Eu não controlo. Talvez apenas controle quanto tempo já se passou desde a última vez em que se mediu o tempo.

O tempo. Aquilo que passa rápido quando estamos feliz. Aquilo que não passa quando estamos tristes. Quanto dura um minuto durante aquela boa conversa? Apenas um minuto. Um rápido minuto! O mesmo minuto que dura aquele minuto passado naquela longa fila. Aquele longo minuto que passa tão rápido quando estamos felizes. Aquele mesmo minuto que a sombra media e que agora medimos com as vibrações de um átomo de Césio 133... Quanta diferença e quanta semelhança.

O tempo. Aquele mesmo tempo que adiantamos quando começa e atrasamos quando acaba o horário de verão. Para onde foi aquela hora adiantada? Quando ela volta? Nunca, ela nunca se foi e nunca voltará. Está lá, medida pela sombra e também pelo Césio.

O tempo. Aquele mesmo tempo que praguejamos quando acordamos cansados. Aquele mesmo tempo que não passa naquela noite insone. Aquele mesmo tempo que nos envelhece e nos torna mais experientes.

O tempo. Tic-tac. Tic-tac. Não pára, mesmo quando a luz acaba e zera todos relógios da casa. Não pára, mesmo quando a luz acaba e não há mais sombra para medí-lo. Não pára, mesmo quando queremos que ele ande. Não anda, mesmo quando não queremos que ele pare.

O tempo. Como viver sem? Mas hoje praticamente conseguimos. Vivemos sem tempo. Sem tempo para pensar, para amar ou simplesmente para parar.

E se não podemos pará-lo, então vamos aproveitá-lo. Não perca tempo. E se você está sem tempo, lembre-se: ele não pára. O tempo é infinito e você tem tempo. Aproveite-o!

domingo, março 22, 2009

Ela resgatando...

No Dia Mundial da Água, conto uma história para ajudar outras pessoas que derrubam o seu celular na água.

Parece o fim, afinal o celular tem uma tela de cristal líquido, uma bateria e um monte de circuitos. Isto tudo, em contato com a água, deve sofrer um belo estrago. Mas ele pode ser resgatado.

Aconteceu com a Solange e com outro amigo. E ambos os casos, o resgate foi parecido. E o celular sobreviveu.

Vários são os motivos que levam o seu celular a testar um mergulho. Pode ser no banheiro, na piscina ou no mar. Os dois exemplos foram em água doce. Não sei dizer se funcionaria na água do mar. Não custa tentar.

A dica é simples: após retirar o seu aparelho do mergulho indesejado, não tente ligá-lo, testá-lo ou usá-lo para chamar o socorro. Desmonte-o! Sim, sem mexer nas teclas, tire a bateria. Deste modo, você irá desligá-lo e evitará um curto circuito devido a água. Desmonte as outras peças, e espere secar. Claro que ficamos na expectativa se o celular irá funcionar novamente e nossa tendência é testá-lo, mas espere bem ele secar. Em nosso caso, não tentamos ajudar com um secador de cabelo. Não sei se o calor afetaria os circuitos.

Somente no dia seguinte que remontamos o aparelho e... ele funcionou!!!

Bem, vale a dica. Mas espero que vocês não precisem usar....

quarta-feira, março 18, 2009

Eu questionando...

Por que "demitiram"os 181 diretores do Senado brasileiro???
Não seria melhor se "demitissem" os 81 senadores???


Uma grande empresa brasileira que demitiu 20% de seus funcionários teve as demissões questionadas pela justiça. Espero que a Justiça também questione o Senado, que demitiu 100% dos seus diretores!!! Com que direção os outros funcionários irão trabalhar???


Bem, mas temos uma vantagem: sem os 181 diretores, provavelmente o Senado não gastará 6,2 milhões de reais em horas extras (num mês de férias). Melhor demitir os 181 diretores E os 81 senadores!!!

domingo, março 15, 2009

Eu organizando...

Foi lendo uma reportagem sobre como organizar os seus cartões de visita que resolvi organizar os meus. Vou dar algumas dicas, começando pela própria reportagem.

Eu a encontrei no Terra, mas agora só consegui o link para outro site que reproduziu a reportagem. A dica principal é transportar todos os dados para um banco de dados. Eu escolhi o Excel.

Deste modo, fica fácil gerenciá-los. E se mudar de empresa, emprego, cargo ou cidade, posso deixar os cartões para meu sucessor e mesmo assim levar as informações comigo. Infelizmente, não tinha feito isto antes da última empresa que deixei... Só levei os que eu tinha em duplicidade ou os que eram contatos pessoais. Esse erro não cometo mais.

E também com ajuda da fenomenal internet, um verdadeiro oráculo, encontrei a maneira de transportar os dados do Excel para o Outlook. A ajuda veio de um fórum de discussão sobre softwares. É simples mesmo. Apenas precisei nomear as células do banco de dados para que o Outlook reconhecesse.

Agora, basta seguir também outras dicas que já conhecia:
- manter os contatos atualizados;
- criar campos também com outras informações, como data e evento em que conheceu aquela pessoa;
- e utilizar estes contatos para fazer Networking.

Depois de organizar os contatos profissionais, vou tentar organizar os contatos pessoais. Alguma dica para não esquecer dos aniversários dos amigos?

domingo, março 08, 2009

"Mas é CLARO que eu não VIVO sem TIM"...

Algumas dicas de alguém que sofreu para cancelar seu número de celular... Foi então que eu entendi a brincadeira: "Mas é CLARO que eu não VIVO sem TIM...". Foi muito difícil cancelar o meu celular da TIM.

Quando voltei do Rio para Joinville, ganhei o celular da empresa, da operadora Vivo. Não fazia mais sentido manter o número da TIM e comprei um celular Vivo também para a Solange. Somente agora, mais de 6 meses depois de cancelar o meu número TIM, acredito que tenha conseguido parar de receber faturas desta operadora... Será?

Mas não reclamo de tudo desta operadora. Ter um plano família foi a forma mais barata de se comunicar a distância com a Solange (excluindo claro o Skype e o MSN). Eu explico.

Dica 1:
Antes de ir para o Rio, procurei todas as operadoras. Meu objetivo era falar com a Solange sem pagar ligações interurbanas. E consegui. Compramos 2 celulares e cadastramos no plano Família. As ligações locais eram de graça (até um limite definido por nós). Então, se ela ligasse de Joinville para mim, a ligação era de graça, porque ela ligava sem discar o DDD. Eu só pagava o deslocamento. Se eu ligasse do RJ para ela, eu pagava interurbano. Entendeu? Apenas contratei minutos de deslocamento extras. E funcionava.

Mas como voltei, o plano não fazia mais sentido. Cancelei. Liguei para a operadora e cancelei os dois números. Por insistência, mantive um dos números como pré-pago.

Foi aí que as complicações começaram. Eu tinha pago um valor a mais para a TIM. Então, as primeiras faturas que apareceram após o cancelamento tinham valor zero. Depois, começaram a aparecer faturas para eu pagar. Ainda bem que não estavam em débito automático. Esta é outra dica...

Dica 2:
Não coloque suas faturas em débito automático. Ia ser bem mais difícil receber o dinheiro se elas fossem debitadas da minha conta.

A cada fatura que aparecia, eu ligava para a operadora. Explicava o problema toda vez e sempre tinha promessa de solução. Cheguei a receber o dinheiro que eu tinha pago a mais de volta. Mas as contas continuavam. Foram mais de 7 meses assim. Até que descobri o erro. E espero ter o problema resolvido.

Segundo a operadora, quando pedi o cancelamento dos meus números, eles foram devidamente cancelados. Mas a raiz do meu plano família foi mantida. E isto gerava faturas. Mesmo descobrindo o erro, talvez minha falta de paciência nas comunicações com o call center impediam que percebessem que era esse o erro. Agora, dizem que foi devidamente corrigido e as faturas antigas canceladas. Portanto, segue mais uma dica...

Dica 3:
Se você tem plano família ou empresarial, tenha certeza de que a raiz do plano foi cancelada.

E uma constatação: a mudança nas regras dos call centers não ajudou nada. Tudo continua como antes, talvez pior. Se tiver que ligar para um destes serviços, ligue com paciência. Os atendentes estão tentando apenas manter seus empregos. São treinados para satisfazer mais o seu empregador que o seu cliente. E não tem culpa disto. Respeite-os e talvez você também será respeitado. Suba sua reclamação para as agências reguladoras ou mesmo até a justiça. Busque seus direitos. Eu fui parcialmente atendido quando liguei para a Anatel.

Torço para que meu problema tenha sido solucionado definitivamente. E espero estar ajudando outros clientes com problema. De qualquer operadora. Hoje eu posso dizer: CLARO que eu VIVO sem TIM...

domingo, março 01, 2009

Os Três Padrinhos

Final de semana em Floripa. Nada mal. Já fui com mais frequência, mas ultimamente acabo indo quando tem algum evento. E este final de semana foi o caso - um encontro de amigos: dos três padrinhos.

Bem, eu que estou nomeando assim. Na verdade, os três mosqueteiros, quer dizer, padrinhos, são três amigos que se conhecem a muito tempo. Talvez sejam os amigos mais velhos, quer dizer, mais antigos que eu tenho... Ops, quer dizer amigos que conheço desde o tempo do ensino fundamental, lá no Menino Jesus. Um deles sou eu. Os outros dois são dois irmãos gêmeos. Com eles que viajei para Europa de mochila nas costas durante 30 dias em 1996. Eram mais parecidos um com o outro no passado - lembro de um dia no recreio da escola que cheguei para um deles e perguntei onde estava seu irmão e a resposta foi que quem eu procurava era quem estava na minha frente... Hoje, o tempo fez coisas. eu já tenho menos cabelos e mais barriga, e eles já não se parecem tanto.

Por que 3 padrinhos? Começou com o Luciano me convidando para ser padrinho do casamento dele. Eu e ele ainda morávamos em Curitiba. Fui padrinho junto com uma tia dele. Continuou com o Marco Aurélio me convidando para ser padrinho do casamento dele, junto com a minha mãe. E terminou comigo covindando os dois para serem padrinhos do meu casamento, cada um com sua esposa. É a amizade antiga se enraizando cada vez mais...

Hoje em dia, Luciano e Marco Aurélio moram em Floripa e eu moro em Joinville. Não perdemos contato, mas a distância impede de conviver mais. Para tornar os encontros mais frequentes, críamos um evento, que ainda precisa ser batizado. São encontros para contar as novidades e se reunir. Começamos em Janeiro, na casa do Luciano. Marcamos o próximo para Fevereiro, que aconteceu na casa do Marco Aurélio neste último final de semana. E o próximo está marcado para o final de Março, na minha casa em Joinville. Torço para que muitos outros aconteçam.

Para finalizar e ilustrar os padrinhos, uma foto do jantar quando convidei os 2 para o grande evento do meu casamento.


domingo, fevereiro 22, 2009

Eu sambando???

Devo ser ruim da cabeça, ou doente do pé... Diz a letra que bom sujeito não devo ser. É, não gosto de samba. Seja o samba de raiz, chorinho ou samba-enredo. Samba-canção também não gosto, mas assim estou fugindo do tema...

Finalmente, descobri algo que gosto no samba. Foi vendo o jornal na TV. Estavam fazendo uma reportagem sobre as paradinhas das baterias de escola de samba. E descobri que gosto das paradinhas. Afinal, o samba pára de tocar. Samba enredo é muito repetitivo. Logo, dar uma paradinha alivia os ouvidos.

Mas estão enganados os que pensam que eu não gosto de Carnaval. Podia ter todo mês. Emendar o feriado é muito bom! Nem que seja para ficar em casa. Ano passado, trabalhando no Rio de Janeiro, foram quase 10 dias de folga. Este ano, trabalhando numa empresa cuja a matriz é no Rio de Janeiro, 5 dias de folga! Uma semana ao contrário, com 5 dias de descanso e 2 de trabalho. Dá para ficar desacostumado.

Não pretendo viajar e não vou para praia este ano. Quero mais é curtir a casa e colocar em dia algumas tarefas. Duro vai ser agüentar a TV mostrando as diversas formas de comemorar esta festa. Espero que a TV a cabo me salve...

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Eu dirigindo...

Todos os dias, enfrento 55km de estrada para chegar no trabalho. Não me importo. Nunca acordei tão tarde para trabalhar... Tarde? Às 7hs... Acho que estou ficando velho, não me incomoda mais...

Como moro perto da BR-101, são poucos metros dentro de cidade. Depois, cerca de 20km de uma rodovia duplicada e conservada. E depois mais cerca de 30km de uma rodovia de pista simples, com grande movimento de caminhões por causa do porto e com turistas no verão.

Sigo tranquilo, porque como dizia uma propaganda de uma marca de pneus: "O importante é chegar bem...".

Mas a viagem poderia ser mais tranquila. Principalmente na parte de pista simples, se os motoristas adotassem um procedimento simples: acender os faróis baixos. Parece incrível, mas mesmo a noite, sob neblina ou sob forte chuva, existem motoristas que acendem apenas os faroletes. Ou nem acendem. Isto dificulta a visão de quem segue do outro lado.

Existem estudos que mostram que usar o farol baixo, mesmo durante o dia, reduz em 60% o número de acidentes em retas. É pouco?

O CONTRAN - Conselho Nacional de Trânsito - já fez esta recomendação. Pena que ainda não virou lei. Dirigir com o farol baixo, mesmo durante o dia, em qualquer rodovia. Ele é 60% mais visível, pode ser visto a cerca de 3km, e, em caso de acidente, estes são considerados 69% menos graves.

Conforme consta do Art. 1º da Resolução Nº 018/98:

Art. 1º . Recomendar às autoridades de trânsito com circunscrição sobre as vias terrestres, que por meio de campanhas educativas, motivem seus usuários a manter o farol baixo aceso durante o dia, nas rodovias.

Eu percebo tudo isto na prática. E uso o farol baixo mesmo durante o dia, sem chuva. Sou mais visto. Ajudo os outros. Perceba isto no seu próximo deslocamento. Adote também esta prática.

terça-feira, janeiro 27, 2009

Eu (quase não) postando...

Será que foram férias? Será que foi a falta de inspiração? Ou foi a falta de dedicação? É, a terceira opção é a mais correta. Estou a quase um mês sem escrever aqui. E saibam que eu sinto falta. Fico pensando nos temas, no que já queria ter escrito e não escrevi, no que ainda posso escrever.

Mas aqui estou. Voltando... Postando... Contando... Ou melhor, escrevendo...
Nada como contar então como foram as festas de final de ano.

A primeira delas foi a festa do escritório. Não sou fã de amigo secreto, mas fui voto vencido. Não gosto deste tipo de brincadeira porque sempre tem aquele "amigo" que você não quer pegar. Mas este ano, isto não existia. O escritório é pequeno e a revelação foi no próprio local de trabalho, sem atrapalhar ninguém. Depois, recorremos a boa e tradicional pizza para a confraternização.

O Natal deste ano foi com a família da Solange. O jantar para 11 pessoas foi em casa mesmo. Peru e pernil para encher a mesa. E docinhos, como o do casamento, para fechar com chave de ouro.

A troca de presentes foi também com amigos secretos - um entre todos os participantes e outro apenas entre os familiares próximos. Nos dois, eu peguei a pessoa que mais respeito na família - o pai da Solange... Mesmo assim, fiz uma brincadeira. Na primeira revelação, dei uma caixa de sapatos com um pé de uma sandália e outro pé de um sapatênis... Só completei o presente na segunda revelação: mais um pé de sandália e o outro pé do sapatênis.

O almoço do dia 25 também foi em casa, agora para 20 pessoas.


E o reveillon? Mais uma vez em casa. Para não perder tempo na estrada, resolvemos ficar em Joinville mesmo. Um ótimo jantar, com a irmã da Solange e seu namorado. No cardápio, costelinha suína com molho barbecue. Fazia muito tempo que não passava um reveillon longe da praia. Este ano, foi na beira da piscina. Com certeza, vimos menos fogos. Nem por isso, deixamos de estourar nosso espumante!

E para finalizar, o primeiro almoço do ano também foi em casa, com os mesmos participantes do último jantar do ano. No cardápio, lentilha, como manda a tradição e picanha suína, porque os porcos ciscam para frente, como manda a superstição.

Muita festa? Muita! E muita comida. Haja ano para recuperar a forma...

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Nós comemorando...

Primeiro Natal de casado. Tanto para mim quanto para a Solange! E vamos comemorar com estilo - em casa! Mas vamos receber convidados. E muitos.

Quando não se está comprometido, o Natal é passado com a família. Depois, encontra-se a alma gêmea e o Natal é dividido entre duas famílias. Normalmente é feito um rodízio. Noite da véspera de Natal na casa da família do jovem mancebo, almoço de Natal na casa da família da jovem donzela... Se as famílias moram longe, então o rodízio é Natal na família de um, Reveillon na família do outro. Ou um ano na casa de um, outro ano na casa do outro... É um tempo de festa e esta divisão não pode de modo algum gerar divergências. É tempo de compreensão.

Este ano, vou estar longe da minha família. Quer dizer, dos meus pais, da minhã irmã, afilhado e cunhado, e da minha tia. Mas vou estar junto da minha esposa. E preparando junto com ela um excelente Natal para os pais dela e familiares.

Já arrumamos a casa. Árvore de Natal nova, para a casa nova! Luzes enfeitando a árvore e o jardim. Enfeites pela casa. Presentes embaixo da árvore. O clima já é festivo. Faltam os últimos detalhes, afinal, festa sempre tem preparativos de última hora. Mas sem stress...



Um feliz Natal!

domingo, dezembro 14, 2008

Eu tremendo...

Já estava quase no final do expediente de sexta-feira. O ritmo já era de final de semana. Eu estava na minha mesa de trabalho, a poucos passos da janela, de onde posso ver a Baía de Babitonga e a entrada do restaurante mais movimentado da cidade. Mexia no computador, sem muita atenção. Olhei para a janela e percebi algo de estranho, que meu pensamento demorou um pouco a atender.

Ali, a poucos passos, 2 homens armados com pistolas pediam para outro homem se apoiar no carro preto que estava estacionado na frente da janela. O homem atendeu, colocando-se em posição de ser revistado. Resolvi me levantar e sair do que eu considerava a linha de tiro... Eu não podia ouvir o que diziam porque o vidro da janela estava fechado. Chamei a atenção dos colegas do escritório para o que acontecia ali na frente.

Logo, chegou uma viatura da Polícia Militar. Desceram com armas em punho. Como não abordaram os homens de pistola, deduzi que se tratavam de policiais à paisana, da Polícia Civil, talvez.

O homem que estava com o carro (um Vectra preto, modelo novo, com placa de Santos-SP) abriu o porta-malas. Não tinha nada. Outros homens saíram do restaurante em frente. Pareciam ser amigos daquele primeiro homem abordado. Estavam mais tranquilos. As pistolas continuavam apontadas. Eu não sabia se ficava longe da janela, com medo de tiros, ou perto da janela para tentar entender o que estava acontecendo e diminuir minha curiosidade.

As armas continuavam apontadas. Um dos homens que saiu do restaurante abriu o porta-luvas e pegou um papel. Parece que estava tentando mostrar que tinha comprado o carro. Neste momento, as coisas começaram fazer sentido. A polícia estava com denúncias que se tratava de um carro roubado. O primeiro homem abordado era apenas amigo do dono do carro que estava no restaurante. Após a abordagem, foram chamar o dono do carro que tentou mostrar que o carro era seu. Mas o final eu não fiquei sabendo. Todos foram para a delegacia para esclarecer os fatos...

Um final de semana movimentado para uma pequena cidade... Felizmente, minha tarde pode terminar tranquila.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Nós acolhendo...

Quem diria... Menos de 6 meses depois do casamento, já temos 2 novos moradores na casa. Um deles, vocês já conheceram. O outro, nós acolhemos.

No começo de setembro, o primeiro morador chegou. Era pequeno, mas está crescendo. Você lembra? Eu escrevi sobre a chegada dele...

E no começo de novembro, o segundo morador apareceu. E foi bem acolhido. Quer saber a história dele?

Um dia, deixamos o Pinhão - nosso cachorro - sozinho em casa. Ele estava se acostumando com isto. Mas quando a Solange voltou, o Pinhão não correu até o carro como costumava fazer. Não correu até a porta quando ela entrou em casa. Não apareceu quando ela chamou... Será que ele tinha fugido? Por onde?

Que surpresa quando a Solange foi procurá-lo na casinha dele. Ele estava lá, mas não estava sozinho. Estava brincando com um gato! Sim, com um gato!!! Quem disse que cachorros e gatos não se entendem? Esqueceram de explicar isto para o Pinhão... E para o Banzé...

Não sabemos como ele entrou. A parte da frente da casa tem grades, e colocamos telas para o Pinhão não fugir. Portanto, um gato, mesmo que pequeno, teria dificuldades para entrar. Será que alguém o colocou aqui dentro? Acreditamos que sim.

Ele é pequeno e segundo o veterinário, um mês mais novo que o Pinhão. Mas agora é seu melhor amigo... Olhe na foto como eles dormem juntos.

Estes dois moradores se tornaram grandes amigos. Dormem na mesma casa. E não se cansam de brincar. Dizem que podem até ter crise de identidade... Posso dizer que realmente o Banzé é um gato bem mais sociável que outros gatos. Parece até um cachorro. Deve ser a convivência.

Um morador chegou em outubro. Outro morador chegou em novembro... Já somos em quatro nesta casa... Espero que pare por aí. Pelo menos por enquanto...

terça-feira, dezembro 09, 2008

Eu torcendo... Ou sofrendo...

Agora, todo dia é segunda... Segunda divisão...

Sendo torcedor do Figueirense, sei as limitações que o time tem. Todo ano, a primeira torcida é para que o time não seja rebaixado. Este ano, a torcida não foi suficiente. Fomos rebaixados.

Lembro do ano em que o Figueira subiu. Era 2001 e eu morava em Curitiba. Não tinha TV por assinatura em casa e tinha que acompanhar os jogos da série B pela internet. Naquela época, o campeonato não era por pontos corridos. Havia um quadrangular final, onde os 2 melhores subiriam para a série A. Figueira e Avaí estavam neste quadrangular. O Figueira ia bem. O Avaí nem tanto. Os times usavam todas as táticas, inclusive atrapalhar o jogo com um cai-cai, onde os jogadores fingem contusão para que o time fique com menos jogadores que o mínimo permitido. Eu acompanhava o jogo decisivo do Figueirense com o Caxias pela Internet. O Figueira estava ganhando, mas, de repente... A luz acabou na minha casa. Como acompanhar o jogo? Que angústia... Só soube o resultado do jogo ao ligar para um amigo em Floripa. O Figueira estava na primeira divisão! Mesmo assim, a angústia continuou. Como a torcida do Figueira invadiu o campo antes do apito final, foi o tribunal que decidiu sua ascensão a série A.

Comemorei muito naquele ano. Por isso, entendo a felicidade da torcida do Avaí este ano quando eles conseguiram subir para a série A. Não vou ser hipócrita. Torci muito contra isto...

Este ano, tenho mesmo que aceitar os fatos. Meu time não conseguiu se manter na primeira divisão. E nosso maior rival conseguiu chegar lá após muitos anos. Ano que vem, a torcida vai ser diferente. Espero que o sofrimento também seja diferente e se transforme em alegria. E que o título do post seja "Eu torcendo... Eu comemorando..."

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Eu reforçando...

É, Santa Catarina vai voltando ao normal. E buscando unir suas forças para recuperar o que foi levado pelas águas.

Trata-se de um Estado bi-campeão como Melhor Destino numa eleição de uma revista de Turismo. E sim, o turismo será muito importante nesta recuperação. Eu já fiz meu apelo e agora reforço, com ajuda de uma campanha que está tomando força na Internet. O nome da campanha é: "O que você não sabe sobre Santa Catarina". E o cartaz da campanha está abaixo.



Conto com seu apoio a esta campanha!

terça-feira, dezembro 02, 2008

Eu desviando...

Nestes tempos de chuva, escolher o aeroporto de saída e chegada das viagens tem sido uma decisão complicada. Se escolho sair por Joinville, corro o risco de não sair porque o aeroporto fecha em casos de chuva forte. Se escolher sair por Curitiba, pode ter uma barreira caída na estrada.

Nesta semana, escolhi sair e voltar por Curitiba. O tempo já está melhor e a situação das estradas tende a melhorar. Tudo bem na ida, apesar de dividir o vôo com o time do Vasco. Mas na volta... O vôo atrasou um pouco, e quando cheguei, o motorista informou que teríamos que desviar do caminho normal porque acabara de cair uma barreira na serra, entre Paraná e Santa Catarina.


Lá fui eu conhecer um caminho novo e passar pelas cidades de Tijucas do Sul, Agudos do Sul e Píen. As duas primeiras parecem refúgios da cidade grande, com alguns sítios e chácaras. Píen parece ser um pouco maior. A estrada não passa pelo meio da cidade. E tem uma grande fábrica que parece ser de papel. O caminho segue para São Bento do Sul, já em Santa Catarina, desce pela Serra Dona Francisca e chega finalmente em Joinville. Foram pelo menos 2 horas de atraso. O trajeto aumento de 92km para mais de 170km! Mas como já ensinava um comercial de pneus: "O importante é chegar bem..."


De qualquer modo, o Estado vai voltando a normalidade aos poucos. Será um longo período para reconstrução total, mas o povo catarinense é forte e saberá dar a volta por cima.



E aos turistas, eu faço um apelo: não deixem de visitar o Estado neste verão por causa das enchentes de novembro. Ouvi notícias que reservas estão sendo canceladas. Mas por que não pensar que manter suas férias nas praias e cidades catarinenses é uma forma de ajuda e solidariedade? O turismo é uma fonte importante de receitas no verão. Gera empregos e traz divisas. Exatamente o que o Estado mais precisa agora.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Emocionado

Amo meu Estado. Sou realmente bairrista. Imaginem meu sofrimento quando vejo as imagens do que está acontecendo com a Santa e Bela Catarina? Fico emocionado, com lágrimas nos olhos, quando vejo as notícias e imagens desta tragédia.

Talvez por estar vivendo esta chuva, que nos priva de 2 dias seguidos de sol a pelo menos 2 meses. Talvez por ter conhecidos que tiveram suas casas invadidas pela água no final de semana e ainda não saberem quando poderão voltar.

Como já disse, eu estou bem. Tanto minha casa, quanto a dos meus familiares, estão secas. Meu trabalho não sofreu efeitos da enchente. Mas meu Estado está sofrendo... Meu humor está completamente afetado.

Talvez pareçam que as ações que posso tomar são poucas. Mas não são. Fico feliz que a empresa onde trabalho vai fazer doações. Fico feliz que meus colegas de trabalho estão buscando mantimentos. Eu também vou buscar aquela pequena ajuda. Pequena para mim, mas grande para quem está precisando.

Força, Santa Catarina!

segunda-feira, novembro 24, 2008

Enchendo...

Chove em Santa Catarina a mais de um mês. E neste final de semana, a chuva não deu trégua em nenhum instante.

Pretendia fazer uma piada, falando que, de tanta chuva, a "lei seca" tinha sido abolida no Estado, mas a situação não merece piadas. Os jornais do Estado só noticiam ruas alagadas, desmoronamentos. Os blogs que normalmente falam de política, música, economia passaram a noticiar a situação das estradas, das cidades, da enchente.

Em Joinville, onde moro, e em São Francisco do Sul, onde trabalho, a chuva deu uma pequena trégua hoje. Mas em Itajaí, onde alguns funcionários moram, a chuva continua. Um deles acaba de informar que foi socorrido por um barco, mas teve que deixar a casa com tudo dentro. Outro já está na casa da sogra porque sua casa foi invadida pela água e só salvou o carro. Muito triste.

Situação parecida já aconteceu em outros anos e o povo catarinense sempre conseguiu dar a volta por cima. Vai ser assim novamente!

terça-feira, novembro 18, 2008

Eu meditando...

Um pouco de meditação expressa...

Na alimentação:
Óleo de soja não faz bem...
Carne de soja é uma boa opção.

Pão integral é bom.
Leite integral é ruim.

Na política:
Obama é esperança.
Osama é ameaça.

Na vida moderna:
Caixa eletrônico agiliza.
Atendimento telefônico eletrônico agoniza.

E na economia:
Bolsa de valores é muito ruim, atualmente.
Valores no bolso é melhor!

Aquecimento global é ruim.
Desaquecimento econômico é pior.

Então, alguma contribuição?

domingo, novembro 09, 2008

Músicas de Comerciais

Música de comercial sempre chama atenção. Algumas ficam na nossa cabeça como um chiclets. Algumas são músicas já conhecidas que se tornam então um hit.

A mais recente é a música do comercial do novo Ford Focus. Não a conhecia, mas não foi difícil descobrir qual era a música. Hoje, a internet traz todas estas informações. E com o YouTube fica fácil ver o comercial quando quiser. Quer saber qual é a música? Chama-se So Happy Together, do The Turtles.

Outras duas, eu escolhi para o filme do making of do meu casamento. As duas são de comerciais do Mercado Livre. Um é o comercial do beijo e outro do comercial da lambreta. As duas são cantadas por uma adolescente canadense chamada Aselin Debison. Pena que não consigo postar o making of aqui. A música do beijo chama-se Someone is There Waiting for My Song e a da lambreta chama-se I Fall in Love With You.

E quem não se lembra dos comercias do Guaraná? Devem ter aumentado muito a venda de pizzas e de pipocas. Se aumentaram a venda de Guaraná, eu não sei.

Na área de alimentação, a música do Big Mac também é um clássico. Dizem que o McDonald's chegou a fazer uma promoção que quem cantasse a música corretamente ganhava um sanduíche. Será?

E para finalizar, um comercial bem antigo... Bala de Leite Kid's e o baleiro. Ah, que vontade que dava de ir comprar balas.

Pena que um outro comercial, eu não consegui encontrar. Antes da Petrobrás patrocinar a F1, era a Esso que a patrocinava. E fazia alguns comerciais com músicas famosas. Foi lá que conheci os Rolling Stones, com a música Jumping Jack Flash. Se alguém quiser ajudar, indicando um link, manda ver.

Gostou do passeio por músicas de comerciais? É, até que o intervalo do filme pode ser divertido...